Triskele

Para o Cézar:


Os símbolos são emblemas, sinais ou figuras que naturalmente evocam uma aura de mistério e magia. Muitos dos símbolos que hoje conhecemos, são traduções de sinais perdidos no tempo, muitas vezes baseados em suposições e analogias.

Apesar de todas as descobertas de arqueólogos e antropólogos, ainda é difícil saber realmente a diferença entre o fato e a ficção.

Os símbolos, assim como toda a cultura celta, eram sagrados e por isso, transmitidos apenas através de rituais, contos, músicas e danças, mas jamais pela palavra escrita.

Alguns registros escritos remanescentes destes povos que, culturalmente conhecemos como Celtas, são muito escassos e, na sua maioria, descritos por gregos e romanos durante a ascensão do Império Romano ou por monges copistas da Idade Média. Portanto, observemos os símbolos celtas de forma simples, seguindo apenas a verdade e a intuição de nossos corações.

Espirais Celtas

As espirais celtas são encontradas em vários artefatos e construções antigas, o seu significado reside na beleza e na simplicidade dos seus traços. Geralmente, representam o equilíbrio do universo dentro de nós, ou seja, o equilíbrio espiritual interior e a consciência exterior.

EspiralElas formam um padrão que começa pelo centro e se deslocam para fora ou para dentro, conforme a sua configuração. Esses movimentos podem ser observados de forma figurada no sentido horário ou anti-horário.

As espirais com movimentos no sentido horário estão associadas ao Sol e a harmonia com a Terra ou movimentos que representam à expansão e à atração, em relação ao centro.

Por outro lado, as espirais com movimentos no sentido anti-horário estão associadas à manipulação dos elementos da natureza e aos encantamentos que visam à interiorização e à transmutação de energias, assim como a proteção.

Lembrando que entre os celtas, mover-se em torno de um objeto em sentido anti-horário era considerado como mau agouro.

Os antigos túmulos megalíticos de Newgrange, Knowth, Dowth, Fourknocks, Loughcrew e Tara, na Irlanda, são exemplos maravilhosos de espirais, anterior aos celtas, conhecidos como “As Espirais da Vida” e que representam, de um modo geral, o ciclo da vida, da morte e do renascimento.

As espirais da vida são belas representações da eternidade da alma!

Triskelion ou Triskel

Triskelion é considerado um antigo símbolo indo-europeu, palavra de origem grega, que literalmente significa “três pernas”, e, de fato, este símbolo nos lembra três pernas correndo ou três pontas curvadas, uma referência ao movimento da vida e do universo. Na cultura celta é dedicado à Manannán Mac Lir, o Senhor dos Portais entre os mundos.

Tudo indica que o número três era considerado sagrado pelos celtas, reforçando o conceito da triplicidade e da cosmologia celta de: Submundo, Mundo Intermediário e Mundo Superior.

O triskelion também é conhecido por triskle ou triskele, tríscele, triskel, threefold ou espiral tripla, e possui dois grandes aspectos principais de simbolismo implícitos em sua representação, que são:

– Simbologia ligada ao constante movimento de ir, representando: a ação, o progresso, a evolução, a criação e os ciclos de crescimento.

– Simbologia ligada às representações da triplicidade: Corpo, Mente e Espírito; Passado, Presente e Futuro; Primavera, Verão e Inverno… Os ciclos de transformação.

Triskle
Os nós celtas são variantes entrelaçadas de símbolos do mundo pré-céltico, germânico e céltico.

Representação dos Três Reinos

O número três nos liga aos reinos do Céu, da Terra e do Mar – elementos que compunham o mundo celta – e por sua vez, formavam os Três Reinos, vistos da seguinte forma:

– O Céu, que está sobre nossa cabeça e nos oferece o Sol, a Lua, as estrelas e as chuvas que fertilizam a terra. Representa a luz, a inspiração (o fogo na cabeça) e os Deuses da criação.

– A Terra, que está sob nossos pés e nos dá o alimento, nos abriga e faz tudo crescer – são as raízes fortes das árvores. Representa o solo, a raíz e os Espíritos da Natureza.

Triskle– O Mar é a água que está em nós, representa o Portal para o Outro Mundo, que sacia a sede e nos dá a vida – sem a água tudo perece e morre. Representa os seres feéricos, a água e os Ancestrais.

Sendo os três elementos interdependentes, onde cada um possui seu significado próprio, mas que dependem um do outro para continuar existindo, permitido assim, que o nosso mundo também exista em perfeita interação.

Essa cosmologia não-dualista é bem diferente dos quatros elementos da visão grega, pois os celtas viam tudo na forma de tríades. Os três reinos representam locais onde há vida e o fogo é a alma que caminha entre eles. Além disso, cada reino era relacionado a um grande caldeirão sustentado por três pernas, que por sua vez, possuíam três atributos diferentes.

Apesar de não haver um mito de criação como outras culturas indo-europeias, havia entre eles a ideia dos Três Mundos, como citamos anteriormente, descritos como:

– O Mundo Celestial: onde as energias cósmicas como o Sol, a Lua e o vento se movem. Associado aos Deuses da criação.

– O Mundo Intermediário: onde nós e a natureza vivemos. Associado aos espíritos da natureza.

– O Submundo: onde os ancestrais e os seres feéricos vivem. Associado ao Outro Mundo.

Portanto, as três pontas do triskelion eram associadas aos Três Reinos ou aos Três Mundos e ao fluxo das estações. E, numa versão moderna, às três fases da Lua vistas no céu: Crescente, Cheia e Minguante.

Com as mesmas características observadas nas espirais, seu movimento a partir do centro, pode ser descrito como no sentido horário ou anti-horário. Simbolicamente, o sentido horário: representa a expansão e crescimento e o sentido anti-horário: a proteção e o recolhimento.

Triskle
“Tendo em consideração o número três, símbolo sagrado dos Celtas, o qual tanto se apresenta com a forma de tríade como de triskel, a tripla espiral que, girando à volta de um ponto central, simboliza por excelência o universo em expansão.” Jean Markale – A Grande Epopéia dos Celtas.

De um modo geral este símbolo está associado ao crescimento pessoal, ao desenvolvimento humano, o fluir da consciência e da expansão espiritual.

Aos poucos vamos adentrando nos mistérios que envolvem os símbolos.

Caminhando pelo mundo mágico dos símbolos e seus significados, podemos dizer, que de um modo geral, os símbolos celtas estão associados às espirais da vida e ao número três, tido como sagrado na cultura celta.

“Para os celtas, o número três era o número mágico por excelência, o que expressava sua visão do mundo. Podemos encontrá-lo repetido à exaustão, em seus mitos. Era representado graficamente como um triskele, símbolo solar de três braços derivado da roda.” Os Mitos Celtas – Pedro Pablo G. May.

Desde as formas mais simples às mais compostas, podemos encontrar um padrão exato de movimentos centrífugos e centrípetos, representando movimentos internos e externos ligados aos ciclos naturais do homem e aos fenômenos da natureza.

As espirais celtas encontradas em antigos sítios arqueológicos, conforme estudos e pesquisas, poderiam ser interpretações e representações exatas de configurações planetárias visíveis de estrelas brilhantes, de eclipses solares e lunares.

Os povos antigos viam o tempo como uma roda, um círculo sem começo e nem fim.


A roda é um símbolo solar, que representava o dia e a noite, a união de duas grandes forças naturais, que dividem o ano em uma parte clara e a outra escura.

Em Beltane, a roda entrava na época clara do ano (verão), marcando um período de crescimento e ação exterior. Já em Samhain a roda cruzava a metade escura (inverno), marcando um período de busca interior e recolhimento.

Podemos dividir a roda em quatro partes centrais representando os quatros grandes festivais celtas, que são: Samhain, Imbolc, Beltane e Lughnasadh. Os solstícios e os equinócios, numa visão moderna, seriam divididos nas outras quatro partes transversais.

“Os celtas usaram a representação da roda com um símbolo ou um amuleto, enquanto que nos festivais, em pleno verão ardente, a roda, rolando em um declive, simbolizava o sol.” – A Religião dos Antigos Celtas – J.A. Macculloch.

Os símbolos celtas, geralmente, são formados de espirais simples, duplas e triplas.

Espirais Simples: As espirais em sentido horário representam o sol de verão (a expansão) e no sentido anti-horário o sol de inverno (a proteção). Representam os solstícios.


Espirais Duplas: As espirais duplas representam, o equilíbrio, através dos equinócios da primavera e do outono.


Espirais Triplas: As espirais triplas representam a união dos Três Reinos Celtas, descritos no artigo anterior, em: Símbolos Celtas – 1ª parte.


“Para os celtas, a vida significava movimento e dinamismo e por isso não havia alternativa possível: descartada a opção de ficar quieto, sob pena de ser destruído pela incessante ondulação da existência, a única coisa que restava a fazer, era seguir andando com ela.” Os Mitos Celtas – Pedro Pablo G. May.

Os símbolos celtas, no geral, são inspirações sagradas que ampliam a consciência, despertando sutilmente nosso interesse ancestral por essa misteriosa cultura, além de nos possibilitar acessar um mundo repleto de novas experiências.

Seguindo essa antiga energia, entraremos em contato com a unidade que habita dentro de nós, um espaço sagrado repleto de mistérios e pronto para ser desvendado.


É a ação dos ciclos dentro de outros ciclos, o eterno movimento da vida!

Os símbolos sempre exerceram um enorme fascínio sob o nosso subconsciente, revelando mistérios guardados na alma e no coração, por vezes, adormecidos pelas brumas do tempo e que nem sempre conseguimos explicar com simples palavras.

A maioria dos símbolos indo-europeus como a roda, as espirais e suas variantes, conhecidas como os nomes de triskelion, triskle, triskele, tríscele ou threefold, reconhecidamente, são representações solares que aparecem em muitas culturas antigas, esculpidas em rochas ou metais.

“O Sol foi representado pelo símbolo da roda. A força solar se manifesta como uma divindade antropomórfica que, no entanto, manteve o seu motivo de roda original para representar o Sol se movendo pelo céu. O espírito do Sol foi capaz de criar e destruir a vida.” Animals in Celtic Life and Myth – Miranda Jane Aldhouse Green.

Alguns desses símbolos remontam há mais de 3000 a.C. e podem ser visto em monumentos pré-históricos e em sítios arqueológicos como em Newgrange, no Condado de Meath na Irlanda.

A Cruz Solar

A cruz solar ou a roda solar dentro de um círculo foi considerada como um símbolo sagrado que representava o Sol desde os tempos pré-cristãos. Os antigos viam o tempo como a roda, um círculo sem começo e nem fim.

O círculo e a cruz são símbolos universais de antigas culturas do mundo. Para os celtas o círculo significa o infinito e a cruz, ao se estender para os lados, simboliza os Quatro Grandes Festivais: Samhain, Imbolc, Beltane e Lughnasadh.


No folclore irlandês a Cruz Solar é associada à Brighid, conhecida também como “Cruz de Brighid”. Na Irlanda é comum confeccioná-la em palha de trigo ou junco. Este antigo costume é derivado de uma cerimônia pré-cristã, relacionada com a preparação das sementes na primavera.

A cruz e outros símbolos indo-europeus, assim como os “nós celtas” (entrelaçamentos), podem ser encontrados em peças de uso pessoal e até mesmo em armas de guerra, possivelmente com o propósito de se obter boa sorte, proteção e vitória.

Os celtas acreditavam que o centro da roda era o local, onde o céu e a terra se encontram, ou seja, o lugar onde a alma alcançaria a iluminação… A eterna conexão entre o divino e o profano!

“Imagens dos deuses na Gália podem ser classificadas por meio de seus símbolos, o malho (martelo de forja de cabo longo com cabeça de metal para bater no ferro) e a taça (símbolo da fartura), o martelo, a roda, a cornucópia e o torque usado por Cernunnos. Outros símbolos ocorrem em imagens, altares, monumentos e moedas, mas sem qualquer texto antigo para interpretar esses diferentes símbolos, todas as explicações são possíveis conjecturas.” A Religião dos Antigos Celtas – J.A. Macculloch.

Animais Sagrados Celtas

A cada conto, mito ou lenda, descobrirmos como a simbologia animal é muito forte entre os povos celtas. Os animais representam partes inconscientes de um poder mágico que nos revela qualidades sobrenaturais, possibilitando a comunicação entre os mundos. Os celtas, como animistas, acreditavam que todos os aspectos do mundo natural eram dotados de espíritos e entidades divinas, com as quais todos os seres humanos poderiam estabelecer contato.

No conto de “Culhwch e Olwen” há várias passagens que nos permitem observar como os animais míticos são consultados e, ao mesmo tempo, como eles carregam em si qualidades protetoras e amigáveis, atuando como emissários dos Deuses que, em certas ocasiões, também podem se transformar em animais.

Os cães, por exemplo, citados também no conto de “Oisín e Niamh“, geralmente, estão associados à proteção, à caça e às provas sobrenaturais. Oisín relata o seu espanto ao perceber que os animais do Outro Mundo se aproximavam dele com naturalidade, demonstrando a estreita relação entre os animais, os homens e os Deuses. O cão também é associado à CuChulainn.

A integração entre os mundos está presente na figura do cavalo branco que simboliza o transporte para Tir na nÓg. Os cavalos têm um valor inestimável para os celtas, seja na guerra ou como um meio de locomoção para o Outro Mundo.

Tanto os animais domésticos como os selvagens, estão ligados à fertilidade, à vitalidade, à força, ao movimento e ao crescimento, fornecendo condições necessárias à subsistência de toda a tribo através da sua carne, peles e ossos. Representam também uma forte conexão entre a terra e os céus, ligados a vários Deuses, promovendo a busca de segredos e de sabedoria ancestral. Cada animal possui um atributo específico; suas características são associadas a algum tipo de habilidade e dignos de veneração através de um ritual ou uma cerimônia religiosa.

As aves estão sob os domínios do céu e são percebidas como um elo entre os vivos e os espíritos ancestrais. Elas podem tanto ser o mensageiro como a própria mensagem, carregando em si um teor mágico, profético ou divinatório.

O javali e os porcos representam coragem, bravura, proteção e riqueza.

Os peixes, especialmente o salmão, estão associados à sabedoria e ao conhecimento. Diz a lenda que o salmão adquiriu esse conhecimento ao comer nove avelãs que caíram no poço da sabedoria de nove árvores, que ficavam ao redor da fonte sagrada e a primeira pessoa que comesse sua carne fresca, ganharia todo esse conhecimento. Foi assim que Fionn Mac Cumhaill, pai de Oisín, recebeu seu conhecimento, após comer o Salmão do Conhecimento, nos contos do Ciclo Feniano.

O veado é um animal reverenciado e perseguido ao mesmo tempo, às vezes, considerado como emissário divino e, em outras ocasiões, como Deuses transformados em animais, principalmente Cernunnos, o Senhor dos animais, da natureza e da abundância, retratados no Caldeirão Gundestrup, um antigo artefato de prata, ricamente decorado em alto relevo, encontrado da Dinamarca. O Caldeirão de Gundestrup, datado do século 1 a.C. , pertence ao final do período de La Tène. Ele foi encontrado em 1891 em um pântano perto da aldeia de Gundestrup, na Jutlândia – Dinamarca e está alojado no Museu Nacional de Copenhague.


Enfim, há uma infinidade de símbolos e animais descritos nos contos e nos mitos celtas que nos levam a uma profunda ligação com a natureza, descritos empiricamente na sua iconografia, que reforçam o respeito entre o mundo natural e o sobrenatural, além da conscientização de toda a sua sacralidade.

Awen /|\

http://www.templodeavalon.com/modules/smartsection/item.php?itemid=3

http://www.templodeavalon.com/modules/smartsection/item.php?itemid=5

http://www.templodeavalon.com/modules/smartsection/item.php?itemid=31

http://www.templodeavalon.com/modules/smartsection/item.php?itemid=155&keywords=simbolos+celtas

ver também: http://caminhocelta.blogspot.com.br/2010/01/triskelion.html

TRISKELION é um termo grego que significa literalmente “três pernas”, e de forma adequada, portanto, pois este sinal é muito parecido com três pernas correndo ou três pontas curvadas, uma referência ao movimento da vida e do universo.O seu significado aqui é bem aplicado, porque este símbolo representa a concorrência e o progresso do homem.
O Triskelion (também referida como Triskele, triquetra ou threefold) tem dois componentes principais de simbolismo.Primeiro Componente: 
Quando observamos este símbolo, somos tomados pelo conceito de movimento. Todos os três ramos (pernas, saliências, ângulos) são posicionados de tal modo que o símbolo parece estar em constante movimento para frente.
Não é acidental este sentimento de movimento, pois este símbolo representa:Ação
Ciclos
Progresso
Revolução
Concorrência
Avanço
Segundo componente:
As três saliências (pernas, ângulos, extensões, etc.) são de uma importância simbólica significativa.
No entanto, dependendo da época, região, cultura, história mitológica, simbologistas, etc… seria desafiador definir exatamente o significado simbólico dos três saliências.
As diversas representações das três saliências encontradas na triskelion incluem:
Espírito, mente, corpo
Pai, Filho e Espírito Santo
Mãe, Pai, Criança
Passado, Presente, Futuro
Poder, Intelecto, Amor
Criador, Destruidor, Sustentador
Criação, preservação, DestruiçãoTodos estes (e ainda mais) podem ser designados para cada um dos alongamentos encontrado no triskelion – é simples até ao mero observador (ou originário da cultura) proferir esses significados.A combinação desses dois componentes (movimento e atributos tríades) nos leva à conclusão de que este símbolo celta significa o movimento para frente no esforço para chegar ao entendimento (no contexto de uma das muitas dinâmicas tríades acima listada).

Este símbolo proeminente Céltico pode também representar os três mundos Celta:
O Outro Mundo: Onde os espíritos, deuses e deusas vivem.
O mundo mortal: Onde você e eu vivemos, junto com plantas e animais.
O mundo celeste: Onde energias invisíveis vivem a se movimentar, como as forças do sol, da lua, do vento e da água.
Uma nota interessante – o número três é uma poderosa energia, por razões aparentemente infinitas. O número três era considerado sagrado pelos celtas, reforçando o conceito das tríades divinas e dos três reinos: Submundo, Mundo do Meio e Mundo Superior. Uma representação do número três de acordo com a medida das três principais fases da lua (nova, meia, cheio).
Este é um ponto merecedor de crédito porque a maioria das criaturas lunares são descritas como tendo apenas três pernas em Alquimia e na nova arte esotérica européia.
As três pontas do triskelion além de associadas ao fluxo das estações representam também a própria Tríplice da Deusa. Numa versão mais atual podemos dizer ser as três faces da Deusa: Donzela, Mãe e Anciã, bem como às três fases da Lua: crescente, cheia e minguante.
Quando acrescentamos implicações lunares para o significado da triskelion estamos tratando de:

Mistério
Feminino
Intuição
Sutileza
Subconsciente
Espiritualidade
Iluminação
Desejo escondidoComo podemos ver o significado do símbolo celta triskelion é mais abrangente do que apenas “três pernas”.
Quando combinamos as variáveis listadas aqui com o conceito de movimento e evolução e iluminação, vemos que o símbolo celta da triskelion tem conotação simbólica muito mais ampla.Em suma, o que significa a soma deste símbolo celta é:Crescimento pessoal
Desenvolvimento humano
Expansão espiritualEspero que vocês tenham gostado deste plano mais detalhado do significado triskelion, um fascinante símbolo celta.

ver também: https://anotheraurora.wordpress.com/2013/04/29/triskelion/

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s